Nosso consultório
Estrada Francisco da Cruz Nunes 8180, salas 201-203,
Itaipu – Niterói – RJ
Uma pesquisa feita pela Associação da Indústria de Equipamentos Médicos e Odontológicos (Abimo) estima que um terço dos 2,2 milhões dos implantes dentários realizados anualmente no país são fruto de produtos piratas, ou seja, sem certificação de órgão reguladores como a Anvisa. Os dados são de 2015 e foram obtidos a partir de uma comparação entre o número de procedimentos feitos e o de produtos vendidos legalmente, que não têm certificados. De acordo com o especialista em implantes e próteses, José Luiz Feiten, uma das características das peças falsificadas é que elas ficam frouxas e caem com facilidade, além de aumentarem a chance de infecções bucais e posteriores prejuízos financeiros.
Feiten explica o que geralmente ocorre: o material pirata é, na maioria das vezes,a peça que faz a conexão entre o implantee a boca. O uso de um elemento diferente do original gera uma folga entre as peças, onde as bactérias podem se acumular e causar as infecções.
— Ao serem fabricados, os implantes vêm com uma conexão que os liga a boca. A conexão pirata nada mais é do que uma peça que não se adapta aquele implante específico. O dentista compra uma conexão genérica e coloca lá. Mas não é tudo a mesma coisa! Isso vai causar o aumento da distância entre o implante e a peça e, consequentemente, haverá mais entrada de bactérias. Aí o paciente pode ter uma infecção e nem saber de onde está vindo — explica Feiten.
Segundo ele, é importantíssimo que o profissional use todos os componentes do implante de uma mesma marca. Em seu consultório em Itaipu, na Região Oceânica de Niterói, o especialista só utiliza produtos com certificação nacional, também reconhecidos pela Comunidade Européia e pelos Estados Unidos. Feiten afirma que este certificado é fundamental caso o paciente precise fazer algum tratamento no exterior. O dentista também aconselha seus pacientes a se informarem sobre o material usado durante todo o tratamento.
— Normalmente, o paciente não procura saber sobre o tipo de implante, de conexão feita e qual é a marca dos materiais. Mas é muito importante que ele tenha essa informação e guarde para a vida toda. Se trocar de dentista e tiver que trocar o implante, vai precisar dessa informação — garante.
O tratamento de implante é indicado para pacientes com perda de dentes e que querem voltar a mastigar normalmente, além de recuperar a estética. O implante faz, portanto, o papel da raiz do dente. Sem ele, é impossível sustentar a prótese que ali será adaptada. A cirurgia é feita com anestesia local e, em alguns casos, sedação. No consultório do doutor Feiten, o paciente já sai da clínica com dentes provisórios.
— O paciente chega sem dente e já sai do consultório com um sorriso perfeito, com um dente provisório. O pós-cirúrgico não tem dor nenhuma, mas ele vai precisar esperar de quatro a seis meses para ter o dente definitivo de porcelana, porque é preciso que o osso e o titânio colocado se integrem de forma total. Só depois disso, colocamos o definitivo — resume Feiten, que há 30 anos trata pacientes com necessidade de implantes e próteses.
Estrada Francisco da Cruz Nunes 8180, salas 201-203,
Itaipu – Niterói – RJ
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